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A CESP – Companhia Energética de São Paulo (“CESP” ou “Companhia”) é uma sociedade por ações regida pelo seu estatuto social, pelas disposições da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das S.A.”) e demais disposições legais aplicáveis.

A CESP possui três usinas hidrelétricas, sendo uma instalada no Rio Paraná – UHE Engenheiro Sergio Motta (Porto Primavera – 1.540 MW), outra no Rio Paraibuna – UHE Paraibuna (87,02 MW) e uma terceira no Rio Jaguari – UHE Jaguari (27,6 MW), totalizando 1.654,6 MW de capacidade instalada.

A produção de energia elétrica das usinas da CESP é programada e executada de acordo com os Procedimentos de Rede e sob a coordenação do ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico, garantindo a preservação de seus ativos e o cumprimento de suas obrigações comerciais, sociais, ambientais, legais e regulatórias. A busca da eficiência na produção se baseia na associação dos recursos fundamentais de disponibilidade, recursos hídricos e oportunidades de alocação de produção no Sistema Interligado Nacional – SIN.

Em 2018, a CESP produziu 1.059 MW médios, que corresponderam a aproximadamente 2,3% da energia elétrica gerada por fonte hidráulica no SIN. Já o lastro de energia para fins de comercialização foi de 1.215 MW médios. Este montante contempla a compra de 240 MW médios de energia ao longo do ano.

Já o montante total de energia vendida no ano foi de 1.068 MW médios, distribuídos na proporção de 838 MW médios (78,5%) no ACL – Ambiente de Contratação Livre (consumidores livres e comercializadoras) e 230 MW médios (21,5%) no ACR – Ambiente de Contratação Regulada (leilões para compra de energia por parte das distribuidoras).

Desta forma, a aquisição de energia em 2018 foi resultado de estratégia de comercialização que visava eliminar a exposição contratual e mitigar os riscos oriundos do GSF, uma vez que o balanço energético da Companhia não era suficiente para a cobertura desses impactos. Vale lembrar que o GSF, calculado pela CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica por meio do Fator MRE, que ocorre quando o somatório da geração das usinas integrantes do MRE – Mecanismo de Realocação de Energia é inferior à soma das respectivas garantias físicas.

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